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Internet das Coisa no Varejo: como funciona na prática?

O acesso a dados é capaz de transformar o desempenho de uma empresa. Um grande exemplo disso é o uso da Internet das Coisas no varejo, que, dentre outras vantagens, contribui para que as empresas ofereçam uma experiência de compra personalizada a seus clientes, aumentem sua produtividade e reduzam custos.

O estudo IoT Signal, realizado pela Microsoft, consultou mais de 3 mil responsáveis pelas tomadas de decisão em empresas ao redor do mundo. A pesquisa constatou que 85% dos participantes já adotam o uso da Internet das Coisas em seus negócios, e esse número tende a crescer para 94% até 2021, revelando-se uma grande tendência.

O estudo ainda aponta que 88% dos que já utilizam IoT, a consideram fundamental para o sucesso de sua empresa. Dentre os principais motivos para a adoção dessa tecnologia estão: otimização das operações (56%), aumento da produtividade (47%) e segurança e proteção (44%).

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Fonte: IoT Signals – Summary of Research Learnings 2019 – Microsoft

A qualidade no atendimento é um dos principais fatores que influenciam na fidelização ou não de um consumidor. Além disso, quanto mais personalizada e facilitada for sua experiência dentro de uma loja, maiores serão as chances de que efetue uma compra. É aqui que entra a Internet das Coisas no varejo.

Para que você entenda melhor como tudo isso funciona, neste artigo vamos falar sobre esta tecnologia e ver alguns exemplos práticos de como se aplica a Internet das Coisas no varejo.

O que é Internet das Coisas (IoT)?

A Internet das Coisas ou Internet of Things (IoT) é uma rede de dispositivos ou sensores interconectados, capazes de se comunicar entre si em tempo real.

Por meio de softwares baseados em nuvem, esses dados são processados e analisados, dando origem a uma série de informações úteis para diversos setores vitais para o funcionamento da sociedade. A partir disso é possível elaborar estratégias e planos de ação muito mais precisos e bem fundamentados.

No vídeo abaixo você pode entender o conceito mais a fundo:

Aplicações práticas da Internet das Coisas no Varejo

A Internet das Coisas pode ser utilizada para diversas finalidades, da segurança pública a serviços hospitalares. Porém, nosso foco aqui é compreender o funcionamento da Internet das Coisas no Varejo, então vamos conferir algumas de suas aplicações práticas no setor:

1 – Gestão de transporte

Otimiza a gestão de frotas, conferindo maior segurança para a atividade de transporte. Recursos como o de telemática, além de auxiliar no monitoramento dos veículos, ainda ajuda no controle de manutenção dos veículos;

Além disso, essa tecnologia ainda contribui para a roteirização, colaborando para a definição dos melhores percursos, aumentando a produtividade e reduzindo custos.

2 – Experiência de compra do consumidor

Outro ponto de contribuição da Internet das Coisas no varejo é na otimização da experiência de compra dos clientes, um dos elementos fundamentais para o sucesso de qualquer empresa do ramo.

A tecnologia de geomarketing, por exemplo, permite conhecer melhor o seu público alvo, entender suas necessidades e padrões de consumo. Isso possibilita oferecer experiências personalizadas, capazes de agregar valor e contribuir para fortalecer a imagem da marca no mercado.

Da orientação do layout interno das lojas físicas até a maneira como os produtos são expostos nas prateleiras, a Internet das Coisas no varejo tem muito a contribuir para o sucesso de um negócio.

4 – Gestão de estoque

Manter o estoque organizado é crucial para o aumento da produtividade, afinal, a forma como as mercadorias estão dispostas, influenciam na agilidade com que são acessadas. Além disso, um bom gerenciamento contribui para a redução de custos de armazenamento e dos desperdícios relacionados a avarias ou vencimentos.

Por meio de sensores, a Internet das Coisas pode contribuir monitorando o volume de mercadorias e auxiliando na organização do armazém de acordo com períodos sazonais e variações repentinas nas demandas, otimizando o acesso a produtos de acordo com cada momento.

5 – Prevenção de perdas 

A prevenção de perdas no varejo é uma atividade essencial para a redução de desperdícios e de prejuízos que fazem parte das rotinas do setor. No entanto, a IoT pode potencializar ainda mais esta atividade.

O maior nível de controle proporcionado pela Internet das coisas no varejo facilita o monitoramento da entrada e saída de mercadorias, mantendo uma visão mais precisa dos níveis de estoque. Dessa forma, além de evitar a perda de vendas pela indisponibilidade de itens, também ajuda a evitar que produtos fiquem encalhados ou estraguem.

Além disso, a Internet das coisas também ajuda a prevenir falhas em equipamentos, sistemas ou ferramentas, por meio do uso de sensores que monitoram seu funcionamento. Esse monitoramento permite se antecipar às falhas, realizando manutenções preventivas sem prejudicar o desempenho das atividades.

Como a Maplink e suas APIs podem contribuir para uma estratégia de Internet das Coisas no varejo?

O acesso às informações fornecidas pela Internet das Coisas no varejo, permite que às empresas explorar novas oportunidades de negócios, diferenciando-se de seus concorrentes e se destacando no mercado. Mas é claro que isso só é possível com o uso da tecnologia, que permite uma visão de mercado muito mais ampla.

A Maplink, maior empresa de tecnologia em geolocalização da América Latina, com 20 anos de experiência na área, fornece o apoio para otimizar as operações do seu negócio, garantindo informações estratégicas e a redução de custos operacionais.

Em parceria com sua equipe de TI, integramos soluções que permitem utilizar a inteligência da geolocalização para melhorar a comunicação entres os canais online e offline, por meio da integração do seu sistema com a API do Google Maps. Mas quais são os benefícios disso na prática?

  • Aumento da eficiência nos atendimentos, reduzindo o tempo de resposta e facilitando o acesso ao histórico de cada cliente;
  • Maior agilidade e melhora na comunicação entre cliente e empresa, garantindo uma experiência de compra muito mais positiva para o consumidor;
  • Maior agilidade no fluxo de trabalho, uma vez que o sistema passa a ser alimentado automaticamente e em tempo real;
  • Redução de custos por meio da automatização de atividades, eliminação do uso de papel e otimização dos deslocamentos ao agrupar trabalhos geograficamente próximos;
  • Acesso a dados atualizados, que facilitam o acompanhamento de métricas e indicadores que garantem a satisfação dos clientes;
  • Melhora na rentabilidade, devido ao aumento da produtividade da equipe.

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