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Tipos de Perdas no Varejo: 4 principais exemplos e soluções

A margem de lucro da sua empresa não vai bem e você não faz ideia de como melhorar? A solução é conhecer os tipos de perdas no varejo e entender como evitar cada um deles, por meio de um bom plano de prevenção de perdas.

Um estudo publicado em 2019 pela Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (ABRAPPE), revelou que o índice de perdas no varejo em 2018 foi de 1,38% sobre o faturamento líquido das empresas, que segundo o IBGE, foi de 1,55 Trilhões de reais, logo, essas perdas equivalem a aproximadamente 21,46 Bilhões de reais.

perdas no varejo

Fonte: Pesquisa ABRAPPE de Perdas no Varejo Brasileiro – Resultados 2019

Este artigo foi escrito para você, que quer reduzir as perdas e aumentar a lucratividade da sua empresa. Nele, você conhecerá alguns dos principais tipos de perdas no varejo e entenderá o que fazer para evitá-las.

O que é considerado perda no varejo?

Quando falamos em tipos de perdas no varejo, a maioria das pessoas logo pensa em furtos nas lojas, produtos avariados ou roubo de cargas, mas saiba que há muitas outras situações que podem prejudicar a rentabilidade da sua empresa.

Podemos entender como perdas no varejo, qualquer evento que tenha impacto negativo na lucratividade de um negócio. Ou seja, não apenas o que te faz perder dinheiro, mas também o que te faz deixar de ganhar pode ser considerado como uma perda no varejo.

Conheça a seguir alguns dos principais tipos de perdas no varejo e entenda como lidar com esses problemas.

4 tipos de perdas no varejo e como evitá-las

O trabalho de um agente de prevenção de perdas envolve identificar onde e como as perdas ocorrem em uma empresa, para então desenvolver estratégias de enfrentamento capazes de solucionar tais problemas.

Quanto maior a eficiência na busca e resolução das perdas, menores serão os prejuízos. No entanto, detectar esses pontos nem sempre é uma tarefa fácil. Por isso, listamos a seguir alguns dos principais tipos de perdas no varejo, nos quais você deve ficar de olho:

1 – Quebras operacionais

De acordo com a Pesquisa ABRAPPE, a categoria de quebras operacionais é a que mais afeta a lucratividade das empresas, correspondendo a 36% das perdas no varejo.

perdas varejo

Fonte: Pesquisa ABRAPPE de Perdas no Varejo Brasileiro – Resultados 2019

Podemos entender como quebras operacionais os casos em que os produtos não estão em condições de serem comercializados, devido a questões como: produtos vencidos, estragados, danificados, com embalagem violada, etc.

A solução nestes casos requer uma otimização nos processos operacionais, principalmente no que se refere à gestão de estoque. O responsável pelo setor deve registrar todas as ocorrências e analisar suas causas, elaborando um plano de ação capaz de reduzir as ocorrências.

O treinamento dos colaboradores, assim como a padronização de procedimentos na organização do estoque são estratégias que contribuem para evitar avarias nas mercadorias, reduzindo os desperdícios e aumento de produtividade.

A tecnologia também pode ser uma grande aliada neste sentido. A adoção de um WMS (Sistema de Gerenciamento de Armazém) possibilita a automatização de todos os processos logísticos que ocorrem dentro de um armazém ou centro de distribuição, gerando um melhor desempenho do setor e reduzindo custos.

2 – Roubos e furtos

Por roubos e furtos podemos entender tanto situações que ocorrem dentro da loja como fora dela, ou seja, do roubo de cargas nas estradas a furtos realizados por terceiros ou pelos próprios funcionários. A soma dessas situações corresponde a 31% das perdas no varejo, conforme os dados da ABRAPPE.

Para combater esse tipo de situação no interior das lojas, a melhor saída é o investimento em segurança, como a contratação de um seguro contra roubos, agentes treinados, implementação de antenas antifurto, alarmes de segurança, além da instalação de câmeras com o objetivo de inibir os furtos.

Já nas estradas, a tecnologia novamente tem um papel muito importante no combate a este tipo de ação. O uso de um sistema de rastreamento veicular, associado a tecnologia de telemática, permite aumentar a segurança tanto da carga quanto do motorista.

Além disso, a roteirização de cargas também tem um papel muito importante para evitar roubos durante o transporte. Esta atividade permite definir percursos mais eficientes, evitando áreas de risco, com altos índices de assaltos.

3 – Fraudes financeiras

Embora esse tipo de perda não gere um prejuízo tão grande quando comparado aos mencionados anteriormente, as fraudes financeiras ainda comprometem o faturamento das empresas. Este item compreende perdas em crediário, fraudes por cartão de crédito, cheques e notas falsas.

O combate a estas práticas vão desde orientações e treinamentos a colaboradores, ensinando-os a identificar notas falsas, até a adoção de um bom sistema antifraude, capaz de identificar transações suspeitas, garantindo maior segurança tanto para a loja quanto para os consumidores.

4 – Rupturas

As rupturas estão ligadas a erros no inventário, gerando uma discrepância entre o que aparece no sistema e o que está disponível para venda na loja ou no estoque. Esse tipo de falha compromete o processo de aquisição de novas mercadorias, provocado a falta de produtos e, consequentemente, a perda de vendas.

Quando o problema é recorrente, a imagem da empresa fica manchada, e os consumidores passam a procurar na concorrência aquilo que precisam.

A solução para aumentar a acurácia dos inventários pode partir de treinamentos aos colaboradores, implementação de controles mais rígidos da movimentação de mercadorias, além do uso da tecnologia para informatizar tais processos, implementando o uso de etiquetas de identificação por radiofrequência (RFID).

Sua empresa está preparada para lidar com esses tipos de perdas no varejo?

Como você pode perceber, há diversos tipos de perdas no varejo, capazes de comprometer as operações da sua empresa, reduzindo seus lucros. É preciso estar atento para identificar e combater esses focos, e a tecnologia é uma das melhores formas de se obter bons resultados.

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  • Maior agilidade no fluxo de trabalho, uma vez que o sistema passa a ser alimentado automaticamente e em tempo real;
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  • Melhora na rentabilidade, devido ao aumento da produtividade da equipe.

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