Panorama do varejo na pandemia: realidade, expectativas e mudanças no comportamento do consumidor

A expectativa para o varejo na pandemia, no começo de 2020, era extremamente alarmante. Afinal, empresas de itens não-essenciais tiveram que encerrar suas atividades em pontos de vendas físicos. O que, naturalmente, gerou impactos muito mais nocivos do que em qualquer outra crise.

De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, desde o início da pandemia, o varejo acumulou R$ 279 bilhões de perdas devido às medidas de isolamento. Os valores mundiais são ainda mais impressionantes, a expectativa é de US$ 550 bi de perdas, com retração 3,5%.

Apesar de o mês de agosto ter atingido os maiores índices de vendas em 20 anos, não foi o suficiente para neutralizar os prejuízos acumulados. O crescimento de 3,4% em relação ao mês de julho não foi suficiente, portanto, para gerar neutralizar as quedas de março e abril, e o varejo fechou em queda.

Como estamos vivenciando um cenário completamente novo, é natural que as estratégias de resposta tenham que ser inovadoras. Vamos, então, analisar o panorama do varejo na pandemia, o que os grandes varejistas estão fazendo para minimizar os prejuízos e o que podemos esperar para o futuro?

Desafios do varejo na pandemia

varejo na pandemia

Grande parte da população não vivenciou nada parecido com o cenário atual, tanto na micro, quanto na macroeconomia. Apesar de enfrentarmos ciclos de crise, como as de 2008 e 2016, nada se compara a atual crise sanitária e econômica.

A economia, em 2020, estava dando sinais de retomada, mas ainda se recuperava da última crise. Note no gráfico abaixo de agosto a dezembro de 2019, meses que ainda não imaginávamos a proporção que o novo coronavírus teria para humanidade e para a economia.

Como você pode notar, as quedas de março e abril de 2020 fugiram completamente dos outros meses. Afinal, mesmo com retração, o comércio não havia enfrentado medidas que impedissem o atendimento presencial.

Essas medidas, apesar de muito necessárias, geraram uma alta na taxa de desemprego, queda no consumo, no faturamento das empresas de itens não-essenciais e afetaram diretamente o comportamento de compra dos consumidores.

O varejo mais impactado foi o de pequeno porte e aqueles que não possuíam múltiplos canais de venda e atendimento. Mas não foram os únicos. Afinal, maior parte do varejo tem como principal canal de vendas os pontos físicos. Não possuindo, ainda, estrutura logística e conhecimento estratégico para acompanhar a transição quase que completa dos consumidores para o meio digital.

Esse despreparo – e o não planejamento – gerou uma série de consequências, como queda na confiabilidade, aumento dos atrasos e piora na experiência do cliente. Em contrapartida, um ponto positivo foi a flexibilização da expectativa dos consumidores em relação à logística e ao atendimento. Isso ocorreu pela compreensão do cenário de crise.

Mas e agora? O que podemos esperar para o futuro? A retomada deve continuar no nível que estava pré-pandemia? Ou devemos encarar uma recessão?

O que esperar para o futuro do varejo?

Hoje, estamos presenciando a segunda onda do vírus em grande parte do globo. Isso quer dizer que ao invés de entrarmos em uma reta de crescimento, ou pelo menos de estagnação, a expectativa é de novas quedas e retomadas. Principalmente se os governos e estados não estabelecerem medidas realmente efetivas no combate ao vírus.

Apesar dessa nova onda, devemos encarar um cenário diferente, no qual as empresas já estão melhores preparadas para atender no ambiente digital e temos uma perspectiva cada vez mais próxima da disponibilização de uma vacina.

Mas algumas coisas devem se manter, como, por exemplo, um novo comportamento de compra. Os consumidores, que ainda resistiam às compras online, devem incluir esse novo canal na sua rotina de consumo.

Outra mudança muito clara é a escolha por consumir insumos, ou seja, produtos que possibilitem o DIY (faça você mesmo). Itens mais personalizados – e personalizáveis – devem continuar entre as preferências dos consumidores.

O faça você mesmo vai além de atividades manuais.  Até alguns meses atrás, por exemplo, as academias eram a opção principal para o público fitness, com a pandemia, muitos passaram a treinar em casa, comprar equipamento simples e programas de treinamento pela internet.

Como o varejo deve se preparar para enfrentar os próximos desafios?

O primeiro passo é trabalhar com estratégias de contenção de gastos. Isso inclui remodelar previsões de estoque, canais de venda e investir em ferramentas que possibilitem a otimização de recursos. Como o sistema Maplink, por exemplo.

Devido à mudança no comportamento de compra do consumidor, que deve se tornar ainda mais digital, as empresas precisam urgentemente ampliar os canais de atendimento. E, principalmente, será extremamente importante investir na melhoria dos canais online, como sites, marketplaces, WhatsApp e redes sociais.

Estratégias de logística omnichannel devem, portanto, se fortalecer nos próximos meses. Assim como planos de gestão mais flexíveis, que permitam a reorganização, caso novas mudanças ocorram. E a inserção de um planejamento urgente de prevenção a riscos.

Outro ponto que deve se tornar ainda mais central para o varejo é o foco na experiência do cliente. Garantir que ele terá os melhores níveis de serviço de entrega, atendimento e suporte é o que diferenciará a sua marca das outras. Isso é fundamental para garantir a fidelização e lealdade dos clientes.

Lembre-se que em momentos de crises, os consumidores sempre optam por manter o consumo de produtos e empresas com as quais já criaram um relacionamento.

Alguns gigantes do varejo, como Luiza Helena Trajano e João Appolinário, falaram um pouco sobre o impacto do novo coronavírus no varejo, soluções encontradas e expectativas para o futuro. Veja só:

Nesta live conseguimos ter uma noção completa do que esperar a seguir. E, como pudemos perceber, uma unanimidade em todos os setores é o investimento em ferramentas que otimizem recursos. Nessa jornada a Maplink é a solução correta para a sua empresa!

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